Além do horizonte do lugar em que vivíamos quando jovens, em um mundo de imãs e milagres nossos pensamentos vagavam constantemente sem limites até que o soar do sino da divisão começou ao longo da Grande Estrada e de sua calçada. Será que ainda elas se encontram na encruzilhada?
Havia uma banda que tocava fora do tempo seguindo nossos passos, correndo antes dos tempos, levaram embora nossos sonos deixando incontáveis pequenas criaturas tentando nos prender ao chão de uma vida consumida por uma lenta decadência.
Mas a grama era mais verde, as luzes eram mais brilhantes com amigos por perto.
... As noites de surpresas olhando além das brasas de pontes resplandecendo atrás de nós um relance do quão verde era do outro lado. Passos rumo ao progresso são tomados, mas em seguida regredimos de novo puxados por uma força interior às alturas, com a bandeira desfraldada alcançamos às rarefeitas alturas daquele mundo tão sonhado, sobrecarregados para sempre por desejo e ambição.
Ainda há um desejo insaciado, nossos olhos cansados ainda se perdem pelo horizonte
Apesar de que, por esta estrada, termos por várias vezes passado.
A grama, sim, era mais verde, as luzes eram mais brilhantes, o sabor era mais doce, as noites eram maravilhosas com amigos por perto e com a brilhante névoa do amanhecer e a água correndo no rio sem fim para sempre e sempre.