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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

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"Eu não sou um messias e não sou um missionário. E não estou aqui para estabelecer uma igreja ou para dar uma nova doutrina ao mundo, uma nova religião, não.
O meu esforço é totalmente diferente: uma nova consciência, não uma nova religião..., uma nova consciência, não uma nova doutrina. Chega de doutrinas e chega de religiões!
O homem necessita de uma nova consciência. E a única maneira de trazer uma nova consciência é continuar a martelar por todos os lados para que lentamente pedaços da sua mente se desprendam.
A estátua de um Buda está oculta em cada indivíduo. Cada um é uma rocha. Se eu continuar a martelar, esculpindo pedaços da si, lentamente o buda (latente) surgirá"
OshoSee More

Memories

Eu sei que assim como as fotos desbotam com o passar dos anos, também nós, mas cedo ou mais tarde nossos sentimentos prazerosos, o amor, o que é bom, tudo tambem desbotará ao longo dos anos, sumindo aos poucos de nossa memória.
No entantos, me esforço para acreditar que certos momentos de felicidade e inocência que aproveitamos nos áureos dias, bem lá no fundo poderão vir a ter um potencial de encontrar o amor.

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Mesmo que estude o Budismo se não perceber a natureza de sua própria vida, não pode-se afastar do sofrimento da vida e morte. Se procura o caminho fora de si mesmo e tenta praticar as mais variadas formas de exercícios e de bondade, isto é igual a um pobre que calcula dia e noite a fortuna do seu vizinho e não obtém um tostão sequer para si.
(Nitiren Daishonin).

Terra das Maravilhas

 

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Mesmo numa loucura desvairada tento cortar a garganta da razão e da realidade. Corto-me e grito pela insanidade dessa razão e realidade.
Preciso acordar desse pesadelo que nunca vai acabar, a atração deste lugar miserável. Eu serei um zumbi... sem nada, mas com as mãos molhadas desse sangue da terra das maravilhas. Serei o único a sangrar nessa arena? Acho que sentiria-me melhor se houvessem outros sangrando como eu. Sou apenas um cadáver preso nessa terra com um veneno inoculado em minhas veias, estagnado pela possibilidade de ver outras pessoas sangrando como eu.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Cegueira

O que busco desse mundo? ainda não descobri.
nem descobri porque vagueio,  por que nasci.
Muito menos por que vivo.
Muitas vezes acreditei que era para proteger algo,  com os
estranhos poderes que imaginei ter. Mas ao longo dos anos descobri
que sou somente um ser insignificante.
Fico a buscar na escuridão algo que perdi, esperando um luz que logo virá.
Sonho que um dia ainda venha a encontrar o que procuro.

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Pequeno Príncipe

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Se alguma vez te sentires mal contigo mesmo, busque no mais  profundo do teu ser que nada é perfeito,  muito meno tu. No entanto com todos os teus defeitos e qualidades és uma pessoa única no universo, e por isso és especial.

Um lugar de Meus Sonhos

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Quem nunca imaginou um lugar longe de tudo? Eu imagino e estou lá em meus sonhos mais gostosos.  Um lugar onde o ar que se respira é suave e limpo, onde crianças brincam em campos verdes, sem as cloacas nas salas vomitando dejetos, guerras, assassinatos, podridão política.
Fico imaginando esse lugar longe de tudo onde o vento que vem do sul sopram  e acariciam nossa pele num frio carinho. Nesse lugar os seres vivos tem lugar para crescer sem bandidos esplodindo suas armas contra seus semelhantes em troca de alguns trocados. Há kilÔmetros e kilômetros de ontem e bem antes de chegar o amanhã e onde o que existe é só o hoje, o aqui e o agora.
Sei que há um horizonte perdido esperando ser descoberto onde o som das armas não ecoam em nossos ouvidos.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

sábado, 4 de agosto de 2012

Vácuo

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Mais um sábado.Tudo  parece tão diferente. As coisas perderam as cores, a vida tornou-sepreto e branco. Isso está demorando muito para passar.  Durante a semana  conto os dias para o Sábado e então quando chega o final de semana…. nada. Um completo vazio,  um vácuo na mimha vida sem lugar para ir,  sem sonhos para sonhar, apenas caminhando esperando o tempo  passar.

Não está bém assim. Se não passar logo isso acho que terei que parar, pensar muito para continuar navegando.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

sexta-feira, 22 de junho de 2012

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Ontem, um outono envelhecido se despediu de todos nós! Atento como estou sempre com a Mãe Natureza, agradeci ao velho Ancião estes tres meses onde ele esteve tão obstinado, presente em nossas vidas! As folhas caídas das árvores se mexeram, como sopradas por uma leve brisa, conforme seus passos se distanciaram de mim! Folhas amareladas, cor de cobre, dançaram ao redor de sua longa túnica desbotada pelo tempo, enquanto sua figura foi ficando pequena até sumir no campo de minha percepção! E assim estamos, em festas! Entra o Senhor Inverno! Tua despensa está cheia? Serão tres longos meses, que passaremos juntas(os) aprendendo sempre a vida neste planeta, agora com a regência desta estação introspectiva, profunda e por aqui gelada! Nos encontramos hoje de noite, oito horas e alguns minutos! Podes acreditar em mim... ele estará soberbo firmando sua entrada na roda da vida! No fogo, com cheiro de ervas secas, mirra, benjoim, arruda e alegrim, feliz, estarei expandindo boas vindas à este Grande Mestre, cúmplice da Mãe Terra! Seja bem vindo Senhor Inverno! Estamos prontos para aprender contigo! Sou Paulo e agradeço!

PS. Obrigado pelo empréstimo do texto,Rejane.

 
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subtamente se afaste
Mas quando eu estive morto
Suplico que não me mate dentro de ti,
Mesmo que o mundo acabe,
Dentro de tudo que cabe em ti.

terça-feira, 29 de maio de 2012



O POVO NÃO AGUENTA BREGA-POPULARESCO





Por Alexandre Figueiredo





O povo do Pará não aguenta mais o forró-brega e o tecnobrega. O povo de Goiás não suporta mais o breganejo. O povo baiano não aguenta mais a axé-music, o "pagodão" e o arrocha. O povo carioca não aguenta mais o "funk carioca" e o sambrega.



Preconceito? Horror moralista? Nada disso. É o que se vê nas ruas, o povo perdeu o medo de reclamar da mediocridade musical brasileira. A reboque disso, também os jornais policialescos, as revistas de fofocas, as popozudas, os astros do futebol, também são duramente criticados como símbolos dessa mediocridade que não dá para relativizar.

E isso é uma manifestação elitista, de gente abastada que defende a "civilização"? Não, e, por incrível que possa parecer aos olhos dos leigos, até as periferias não aguentam mais "funk carioca" e o tecnobrega. E isso os fatos mostram que o povo pobre também está rejeitando o brega-popularesco.

É o que se vê quando os "bailes funk" acontecem na vizinhança. É ilusório pensar que só as elites rejeitam a poluição sonora desses eventos. As reclamações também vêm das próprias favelas, às quais o ritmo é simbolicamente associado. E as reclamações ainda possuem um sabor mais enérgico, porque são pessoas trabalhadoras que querem dormir para acordarem cedo, e acordam muito cedo mesmo.

Música de Cabresto.


sábado, 26 de maio de 2012


Uma forte neblina me envolve, uma pressão nos tímpanos suavisa os sons exteriores. Que tempo cansado quando deito-me ao lado de minha outra metade. Sinto seu suave aroma, o calor emanando de seu corpo, uma luz que se esvai lentamente...

Enfim as trevas da noite chegam, fecham-se as portas, coisas caem no chão enquanto a escuridão torna-se cada vez mais profunda. As estações se renovam o vento morno informa a chegada do verão.

Neste instante dentro da escuridão da noite seres conseguem voar com seu sonar natural enquanto alguns dormem para serem devorados. Sonho com campos idílicos, com o vento frio do inverno e o aconchego do calor do fogo num local que, com certeza não está neste mundo. Um sonho que se foi.

À sete palmos do solo eu me contorso tentando ver a manhã que chega, neste tempo de muito cansaço, sonolência, dores e ranger de dentes. Viro o rosto para ver meu amor no meu lado, sinto seu suave aroma e o calor emanando do seu corpo, sinto-me leve como uma pluma elevando-me, envolvendo-me numa escuridão profunda.

Ando caminhando há anos, sempre indo e vindo, rodando em círculos e tenho sensação de nunca ter saído daque lugar. Meus óculos preto e branco, pelos quais sempre olhei o mundo, dão-me a sensação de que já vivi mais que o tempo da minha vida.
A Verdade é que estou realmente muito cansado. Muito cansado mesmo de estar aqui. Será que foi sempre assim? Depois de janeiro de 73 poderia ter sido diferente?
Meu amor que nunca cansou de esperar. Nunca irás cansar de ficar neste lugar? Mas não se preocupe porque ninguém é eterno e não viverei para sempre.

sábado, 19 de maio de 2012

Os largos caminhos de minha vida já se foram, transformaram-se em lembranças ou... simplesmente nunca existiram. A memória já começa a pregar peças e quando me ponho a pensar que tudo pareceu um grande pesadelo com pequenas ilhas de calmaria. hoje tenho certeza que o caminho que percorro é estreito, cercado de abismos íngremes e muito altos.
As aves de rapina formam um circulo sobre minha cabeça esperando o momento para o lanche. Está na hora de eu acordar, por que o caminho está no fim e o abismo está chegando. Por favor me despertem desse pesadelo. Um pássaro ferido com a asa quebrada cai morto a meu lado, e os urubus estão se aproximando, não tenho como esconder-me. Meu gerente está todo feliz por que ganhou sua medalhinha, pensando no que fazer nas próximas férias e em que drinque tomar em Aruba. Está na hora, tenho que acordar desse pesadelo, que está sempre mudando de forma, enquanto o gerente satisfaz sua sede de medalha como o louco chapeleiro caminhando sobre a mesa de chá. Não há onde eu me esconder.

domingo, 13 de maio de 2012

Sinto a grama macia roçando meus pés, olho o grande círculo branco no céu confundindo meus pensamentos. Nós lunáticos temos uma sensibilidade muito grande ao brilho da lua. A mente viaja para lugares distantes que não mais existem nessa dimensão, mas se penso neles e os vejo e sinto, esses lugares devem existir. Jogos de criança, as diversas tonalidade de verde do mato cerrado e as brincadeiras e gargalhadas que somente existem na minha dimensão lunática. Nós loucos temos que seguir nosso caminho.
Dentro de minha casa pilhas e pilhas de informações inúteis me esbofeteiam todo o tempo, ora em forma de revistas, ora em forma da cloaca maxima.
Tenho medo que haja um dilúvio e morra afogado, por que tenho medo de morrer afogado. Não tenho medo de morrer, por que a morte é libertação, é a volta para casa, no entanto não quero morrer afogado.
Tenho medo que a lua exploda sob minha cabeça, tenho medo que algo venha do lado negro e me estraçalhe em mil pedaços. Não tenho medo de morrer mas não quero que algo venha do lado negro da lua e me esploda em mil pedaços. Isso não é bom.
Será que há alguém no lado negro da lua? encontrarei quem fez a diferença na minha vida? O brilho da lua está na minha cabeça perturbando meus pensamentos, está difícil concatenar as idéias. Isso é loucura. Por favor não erga a arma para mim, não exploda meus miolos pelo chão, tente consertar o que não funciona, encontre-me na escuridão dos lunáticos.
Não vá embora e não me deixe trancado aqui, por que o brilho da lua está transtornando minhas idéias, sinto que há alguém comandando meus pensamentos e não sou eu. Se o trovão ecoar forte em meus ouvidos eu tentarei gritar e sinto medo que não tenha ninguém a meu lado para ouvir.O som do Rock ecoa em milhoes de acordes diferentes e eu gostaria muito que tu comigo para a escuridão do lado negro e nada mais me vem à mente no quão maravilhos isso seria.

sábado, 12 de maio de 2012

Estou transformando-me na escuridão da noite. Sinto a vida desisitiindo aos poucos desse corpo cansado, sofrido, já em pedaços. Mas se esse coração ainda insiste em bater dentro de meu peito é por que tenho certeza de ser um guerreiro, um guerreiro que luta contra o negror das noites dos lunáticos, esses loucos que vagam em meio à escuridão. Vou lutar selvagemente contra esse escuro que tenta invadir meus dias que já foram iluminados. Mesmo vazio sinto que sou um vencedor, mesmo sabendo que estou me transformando na escuridão da noite dos lunáticos.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Meu quarto onde me escondo do mundo escureçe enquanto o velho e bom sol cai por detrás dos morros com suas curvas que nunca mudam. Quando neste dia o velho e bom sol se vai por detrás de minhas conhecidas montanhas vou ter que enfrentar o futuro que não  é mais futuro, é presente, o amanhã que não é mais amanhã, é hoje, o daqui a pouco que é agora. Vou ter que encarar esse domingo de toda semana, trazendo as mesmas coisas, um mesmo gordo idiota dizendo a mesma piada minha vida toda por que sempre algum outro idiota continua rindo. Mostrando filminhos de criancinhas vomitando, socando o saco dos pais, velhos caindo, mais idiotas fazendo besteiras... e todo mundo ainda continua rindo. Será que essa gente é tão bem humorada ou o problema está comigo?
Por favor não façam nenhum barulho, deixem-me aqui no meu cantinho, andem nas pontas dos pés, e se quiserem me agradar cantem uma suave canção para acalmar meu espírito, enquanto aquele bom e velho sol se põe por detrás daqueles morros lindos e familiares.
Aumento minha voz fraca para chamar alguém. Tenho a sensação de estar perdido num lugar vazio de tudo, sem nada físico, sem cores, como uma página em branco, sem em cima, ou em baixo, sem lados.

Ninguém responde.

Ninguém pode aliviar o que sinto, ninguém pode levantar-me e levar-me para as cores da realidade. Será que isso é estar deprimido? Não. Ninguém em lugar algum poderá aliviar minha dor.

Lembro de quando ficava doente quando criança, minha mãe cuidava de mim. Era bom ficar doente. Não ia para aula e ganhava algo bom para comer.

Agora sinto dores na cabeça, ela pulsa como o sangue nas veias. Novamente tenho o pressentimento que, bem... tentarei explicar, talvez não entendas. Não sou bem assim... sinto-me que estou indo... ficando levemente sonolento, confortavelmente perdendo os sentidos.

terça-feira, 1 de maio de 2012



A vida não é tão longa quanto imaginamos. Na medida que morremos vemos o quão ínfimo o espaço entre nascer e morrer. Vim com uma lista grande de afazeres e tem momentos que sinto que não vou conseguir a tempo. Sinto-me como um carro velho, vendo as peças envelhecerem sem poderem ser trocadas.
As vidas que nos foram dadas não são maiores que os problemas, nem os meus, nem os de ninguém e tudo é uma grande corrida. Não há tempo a perder, qualquer minuto é importante.
As vezes me pego pensando que caminho tomarei, sentando, encostado no canto vazio de uma sala em silêncio, mandando todos os deuses para o limbo da não existência, tentanto fazer  tudo dentro do tempo que me resta. Mas sempre me acompanha aquela sensação de que não é suficiente.
As vezes vejo pessoas rindo, eu mesmo as vezes rio, mas o tempo passa e eu esqueço como se faz isso. Serão tarefas diferentes? Menos arduas? Mesmo assim tento sorrir, vejo pessoas tentando sorrir, tentando cantar.
Cada gemido que dou nas horas que fico olhando o teto de meu quarto, enquanto o sono não vem, de cada momento em que estou acordado vendo as pessoas indo e vindo nos lugares em que sou obrigado a estar sem vontade, sinto-me abobalhado traçando planos, tentando ficar de olho em todo mundo, magoado, perdido dentro de mim e cego.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Nem tomei conhecimento desse episódio por que já fazem mais de20 anos que não assisto a nenhum canal de TV aberta.Tenho nojo da Globo e dos outros canais que considero um grande intestino que tem seu reto saindo nas nossas salas e jogando merda nas nossas caras durante todo o tempo. Não vejo mesmo!

Sobre o Assunto:


“Quando estava saindo da cerimônia de entrega do prêmio APCA, há duas semanas em São Paulo, fui abordado por um rapaz meio abobalhado. Ele disse que me amava, chegou a me dar um beijo no rosto e pediu uma entrevista para seu programa de TV no interior. Mesmo estando com o táxi de porta aberta me esperando, achei que seria rude sair andando e negar a entrevista, que de alguma forma poderia ajudar o cara, sei lá, eu sou da época da gentileza, do muito obrigado e do por favor, acredito no ser humano e ainda sou canceriano e baiano, ou seja, um babaca total. Ele me perguntou uma ou duas bobagens, e eu respondi, quando, de repente, apareceu outro apresentador do programa com a mão melecada de gel, passou na minha cabeça e ficou olhando para a câmera rindo. Foi tão surreal que no começo eu não acreditei, depois fui percebendo que estava fazendo parte de um programa de TV, desses que sacaneiam as pessoas. Na hora eu pensei, como qualquer homem que sofre uma agressão, em enfiar a porrada no garoto, mas imediatamente entendi que era isso mesmo que ele queria, e aí bateu uma profunda tristeza com a condição humana, e tudo que consegui foi suspirar algo tipo “que coisa horrível” (o horror, o horror), virar as costas e entrar no carro. Mesmo assim fui perseguido por eles. Não satisfeito, o rapaz abriu a porta do táxi depois que eu entrei, eu tentei fechar de novo, e ele colocou a perna, uma coisa horrorosa, violenta mesmo. Tive vontade de dizer: cara, cê tá louco, me respeita, eu sou um pai de família! Mas fiquei quieto, tipo assalto, em que reagir é pior.

” O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice ”

O táxi foi embora. No caminho, eu pensava no fundo do poço em que chegamos. Meu Deus, será que alguém realmente acha que jogar meleca nos outros é engraçado? Qual será o próximo passo? Tacar cocô nas pessoas? Atingir os incautos com pedaços de pau para o deleite sorridente do telespectador? Compartilho minha indignação porque sei que ela diz respeito a muitos; pessoas públicas ou anônimas, que não compactuam com esse circo de horrores que faz, por exemplo, com que uma emissora de TV passe o dia INTEIRO mostrando imagens da menina Isabella. Estamos nos bestializando, nos idiotizando. O que vai na cabeça de um sujeito que tem como profissão jogar meleca nos outros? É a espetacularização da babaquice. Amigos, a mediocridade é amiga da barbárie! E a coisa tá feia.

” Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência ”

Digo isso com a consciência de quem nunca jogou o jogo bobo da celebridade. Não sou celebridade de nada, sou ator. Entendo que apareço na TV das pessoas e gosto quando alguém vem dizer que curte meu trabalho, assim como deve gostar o jornalista, o médico ou o carpinteiro que ouve um elogio. Gosto de ser conhecido pelo que faço, mas não suporto falta de educação. O preço da fama? Não engulo essa. Tive pai e mãe. Tinham pais esses paparazzi que mataram a princesa Diana? É jornalismo isso? Aliás, dá para ter respeito por um sujeito que fica escondido atrás de uma árvore para fotografar uma criança no parquinho? Dois deles perseguiram uma amiga atriz, grávida de oito meses, por dois quarteirões. Ela passou mal, e os caras continuaram fotografando. Perseguir uma grávida? Ah, mas tá reclamando de quê? Não é famoso? Então agüenta! O que que é isso, gente? Du Moscovis e Lázaro (Ramos) também já escreveram sobre o assunto, e eu acho que tem, sim, que haver alguma reação por parte dos que não estão a fim de alimentar essa palhaçada. Existe, sim, gente inteligente que não dá a mínima para as fofocas das revistas e as baixarias dos programas de TV. Existe, sim, gente que tem outros valores, como meus amigos do MHuD (Movimento Humanos Direitos), que estão preocupados é em combater o trabalho escravo, a prostituição infantil, a violência agrária, os grandes latifúndios, o aquecimento global e a corrupção. Fazer algo de útil com essa vida efêmera, sem nunca abrir mão do bom humor. Há, sim, gente que pensa diferente. E exigimos, no mínimo, não sermos melecados.

No dia seguinte, o rapaz do programa mandou um e-mail para o escritório que me agencia se desculpando por, segundo suas palavras, a “cagada” que havia feito. Isso naturalmente não o impediu de colocar a cagada no ar. Afinal de contas, vai dar mais audiência. E contra a audiência não há argumentos. Será?”





domingo, 15 de abril de 2012

Na Chuva

 

De  Bruno Mars

Se você for me deixar, querida
Deixe alguma morfina na minha porta
Porque vai ser preciso muita medicação
Pra perceber que o que nós tínhamos
Nós não temos mais
Não há religião que possa me salvar
Não importa quanto tempo meus joelhos estejam no chão
Então mantenha na mente todos os sacrifícios que estou fazendo
Pra te manter ao meu lado
E evitar que você saia pela porta
Porque não haverá luz do sol
Se eu te perder, querida
Não haverá céu claro
Se eu te perder, querida
Assim como as nuvens
Meus olhos farão o mesmo
Se você se afastar, todos os dias irá chover
Chover, chover...
Eu nunca serei o favorito da sua mãe
Seu pai não pode nem me olhar nos olhos
Oh, se eu fosse eles, eu faria a mesma coisa
Dizendo "Lá vai minha menininha
Andando com aquele cara problemático"
Mas eles só estão com medo de algo que não podem entender
Ohh mas queridinha, me veja fazê-los mudar de ideia
Sim, por você eu vou tentar, vou tentar, vou tentar, vou tentar
Eu vou recolher esses pedaços quebrados até sangrar
Se isso deixar as coisas bem
Porque não haverá luz do sol
Se eu te perder, querida
Não haverá céu claro
Se eu te perder, querida
Assim como as nuvens
Meus olhos farão o mesmo
Se você se afastar, todos os dias irá chover
Chover, chover...
Apenas não diga (apenas não diga)
Adeus (adeus)
Apenas não diga (apenas não diga)
Adeus (adeus)
Eu vou recolher esses pedaços quebrados até sangrar
Se isso deixar as coisas bem
Porque não haverá luz do sol
Se eu te perder, querida
Não haverá céu claro
Se eu te perder, querida
Assim como as nuvens
Meus olhos farão o mesmo
Se você se afastar, todos os dias irá chover
Chover, chover...
http://www.vagalume.com.br/bruno-mars/it-will-rain-traducao.html#ixzz1sAak4mn1

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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Nada a Declarar

 

Hoje eu não tenho nada a declarar. Resolvi ficar calado por que eu não tive nada para dizer, como não tinha nada para fazer e o que  tinha não podia, só para garantir esse refrão eu vou enfiar esse palavrão: CU

 

terça-feira, 10 de abril de 2012

Que o mundo vá se fuder.

Os pesadelos são como o energético que faz meus neurôneos trabalharem freneticamente, por isso quando acordo sinto o peso do mundo caindo sob meus ombros, tenho dificuldades de raciocinar, de mover meu corpo, de levantar minha carcaça da cama. Fica difícil não desistir.Fica difícil seguir em frente. Eu sei que essa porra que se chama vida não é fácil para ninguém, mas para mim ela veio com um sabor especial de veneno. De fel que deixa o gosto na boca durante todo o dia. Tem vezes que a vida até parece fluir, mas é pura ilusão, pequenos momentos que passam até o próximo que te leva para o inferno.

Tomei uma decisão, não quero mais me arrepender de porra nenhuma, principalmente das coisas que deixei de fazer e das represálias dos outros, das merdas que falei, e sinto mais das vezes que calei quando tinha um grande vocabulário de palavrões para soltar. Quem sabe não teria me ajudado?

Já sei que sou diferente das pessoas que conheço, a merda é que elas não sabem disso e me exigem que ajam normal. Não sou normal, cacete! Tenho minha mente deturpada desde que morri em 1973. Sou um cadaver ambulante, um zumbi que tenta sobreviver no meio de vivos e os  que chegam perto de mim acabam sendo mortos como eu.

Quero terminar de viver minha porra de vida sem ser influenciado pelas pessoas e essa porra de mídia que me maltrata com tantas pessoas mais fudidas que eu rindo sem vontade, vendendo sua infelicidade por dinheiro para comprar mais pesadelos. São uns estúpidos, hipócritas, nojentos. Não vou ficar na pilha deles. Já há muito que não vejo suas cara bonitas de quem são donos do paraíso.


“Não pense que eu sou como você...
Sou o que sou e não o que você quer
eu faço tudo que eu quero falo tudo o que quiser
não sou playboy não vivo de mitiê
e na hora que der na telha eu mando o mundo se fuder”

Terça feira ainda no escuro…

Quando vem ficimagesa três dias, é igual menstruação. Não posso fazer nada senão sentar e esperar. O mundo pode se acabar que só fico mandando tudo para a puta que o pariu. Só preciso ficar aqui no meu cantinho longe de tudo e de todos, no meu silêncio e sob o efeito do meu kilindrops, diskomel e outras pírulas a mais. Já não dou mais explicações, apenas mando o mundo se fuder.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Feriado de Páscoa

Foram dias que serviram para descansar. No entanto eu sabia que na segunda feira eu fatalmente enfrentaria o problema CAIXA. Fui no médico, minha pressão estava bastante alta 17x 12, falou-se em diabetes, alguns exames para serem feitos… enfim: meus cinquenta anos vieram acompanhados de verdadeiros pesadelos e nem estou falando disto que acabei de comentar. As outras coisa vão morrer comigo. Fica aqui uma coletânia de fotos de sexta a domingo. Também tem um pequeno filme que pretendo editar e colocar por aqui para que não esqueça.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Gosto não se discute, futebol não se discute, música não se discute, religião não se discute, política não se discute, só vamos discutir o que queremos ver mudado. O resto deixa como está. É tabú mexer.
Essa coisa de que determinados assuntos não serem discutidos por ser polêmico, é justamente para que não se mude nada. Como mudar algo se não haver discução? Partimos para a guerra?

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Como que um final de semana pode passar tão rápido. Descobri  que minha analista era Froydiana, então resolvi desistir. Procurarei alguém que trabalhe de modo cognitivo-comportamental. Depois de aprender qual a diferença eu providencio.
Que inferno, ter que me levantar daqui,colocar um sapato apertado, uma roupa desconfortável, pegar um trânsito parado, poluição, barulho, para ir cumprir horário no inferno.
O pior é saber que isso não contribui em nada para o mundo, para a humanidade, para o engrandecimento pessoal. Seis horas de minha vida jogada fora todos os dias, trabalhando em um serviço mediocre, totalmente dispensável para a humanidade.
Mas tenho que me alimentar. Não posso lutar contra o sistema.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Sexta feira novamente. Amanhã estou planejando algo para não ficar em casa. Fatalmente se ficar em casa vai rolar computador o dia inteiro. Essa merda vicia mesmo. Tomara que dê tudo certinho.
Frente fria em Floripa, temperaturas amenas, o que torna meu paraíso um pouco mais aconchegante, nessas Manhãs do Sul do Mundo. Rezarei para que essa invasão de malas finalmente termine, rezarei para que a RBS entre em falência, rezarei para o cabeçudo fique afônico e não joque merda na nossa cara, rezarei para que o Menezes mude de profissão e finalmente assuma seu desejo de ser cabeleleiro e páre de nos encher o saco todos os dias no mesmo bat-canal e na mesma bat-hora.

terça-feira, 27 de março de 2012

Fizeram de Propósito.

Eu estou pouco ligando para quem gosta desta merda de sertanejo breja, coisa que nem considero música. O que não pode acontecer é essa porcaria estar tirando o espaço das coisas boas que temos.
Não se pode ligar mais uma rádio FM que o que toda é Sertanejo Breja, Samba Breja, e quando tenta-se mudar de estação fatalmente cairemos numa rádio de propriedade de alguma igreja evangélica que como um cançer está tomando conta da população.
Dizer que gosto é gosto e não se discute e uma mera desculpa para que tudo fique do jeito que está e essas televisões de merda do eixo Rio-São Paulo comande a vontade do gado para essa direção. Televisão é uma concessão do governo e tem que haver uma contrapartida. Deveria ser obrigatório uma seleção mais qualitativa do que é transmitido.
Nesta Semana minha cidade, Floripa está de aniversário e como que de propósito convidáram oVitor e Leo para construir um palco monstro do lado de minha casa, abstruindo meu tráfego durante essa semana, trazendo tudo quanto  que é mala para meu amado Bairro, se aproveitando de nossas belezas naturais para gravar uma merda de DVD. Eu não acredito que de tanto cantor de talento que temos em nosso Sul Maravilha foram traser esse lixo lá de cima. Estou uma fera e não quero pensar nisso agora para não ter que tomar meu kilindrops, meu Diskomel ou outra pirulas a mais. Repugnate a idéia do traste que que fezeram isso. Se for político, nunca mais vai ganhar um voto meu.

domingo, 18 de março de 2012

Bons Westens, na minha opinião, para verem ou reverem

O portal Terra enumerou os dez melhores westerns da história do cinema.


No Tempo das Diligências (1939): filmaço de John Ford que colocou John Wayne no panteão das grandes estrelas, era inspirado por um conto de Guy de Maupassant e mostrava a vida dos passageiros de uma diligência atravessando a área indígena quando o chefe Gerônimo estava em pé de guerra.

Paixão de Fortes (1946): Henry Fonda é Wyatt Earp e o sarado Victor Mature, "Doc Hollyday", nessa adaptação de John Ford para o famoso duelo entre os dois e a família Clanton no Curral OK na cidade de Tombstone.

O Tesouro de Sierra Madre (1948): o filme de John Huston não é um western tradicional. Na verdade, é um dos maiores clássicos sobre cobiça e loucura ao mostrar três americanos que tentam achar ouro nas montanhas de Sierra Madre, no México. A interpretação de Humphrey Bogart é memorável.

Matar ou Morrer (1952): o primeiro western psicológico, com Gary Cooper como o xerife de uma cidade que recebe a notícia de que um bando de facínoras chegará no trem do meio-dia para um acerto de contas. O duelo entre o homem da lei e os bandidos nas ruas desertas e a cena final são sensacionais.

Os Brutos Também Amam (1953): grande filme que discute o que é ser um pistoleiro, na trajetória de Shane (Alan Ladd), que abandona as armas para trabalhar na fazenda de uma família, mas é obrigado a voltar ao antigo trabalho quando disputas territoriais acontecem na região.

Rastros de Ódio (1956): mais uma da dobradinha Ford/Wayne em um filme que discute racismo e intolerância na história da busca, por sete anos, de uma menina que foi raptada por índios. A última cena, com Wayne e seu distinto jeito de andar, tornou-se um marco.

Da Terra Nascem os Homens (1958): Gregory Peck é um marinheiro da Nova Inglaterra que, aposentado, resolve ir para o oeste e se torna motivo de escárnio entre os fazendeiros da região. Acontece que o homem tem um princípio de vida muito forte: não precisa provar nada para ninguém, a não ser para ele mesmo.

Onde Começa o Inferno (1959): John Wayne e Dean Martin em um grande filme do diretor Howard Hawks. Wayne é um xerife que precisa da ajuda de um bêbado, de um deficiente e de um jovem pistoleiro para defender a cadeia de um bando de malfeitores que querem libertar um prisioneiro. Foi refilmado depois como El Dorado (1966) e Rio Lobo (1970).

Sete Homens e um Destino (1960): refilmagem livre de Os Sete Samurais, de Akira Kurosawa. A música-tema acabou virando jingle de uma marca de cigarros. Mexicanos atacados por um bandoleiro contratam sete pistoleiros para defender sua cidade (era mais barato do que comprar armas, segundo um dos personagens).

O Homem que Matou o Facínora (1962): um senador (James Stewart), que ficou famoso por ter matado o bandido Liberty Valance (Lee Marvin), volta para a sua cidade natal para o enterro de uma amigo (John Wayne) e conta a verdadeira história do incidente. Foi o filme que transformou Marvin em um dos grandes homens maus do cinema.

Por um Punhado de Dólares (1964): a obra que transformou Clint Eastwood, egresso da TV, em um dos maiores nomes de Holywood e o primeiro western-spaghetti do diretor Sergio Leone. Pistoleiro sem nome (sempre!), com seu indefectível charuto, chega a uma cidade dividida em duas facções em guerra e acaba trabalhando para os dois lados para enriquecer rapidamente.

Por alguns Dólares a Mais (1965): Eastwood retorna ao papel do filme anterior, desta vez como um caçador de recompensas perseguindo um bando chefiado pelo personagem do ator Gian Maria Volonté.

Três Homens em Conflito (1966): é o western número 1 do ranking do IMDB (site especializado em cinema), com Clint como "o bom", Van Cleef como "o mau" e Eli Wallach como "o feio", três homens que, em meio à Guerra Civil Americana, tentam chegar a um cemitério onde estaria enterrada uma fortuna em ouro. Da música de Ennio Morricone aos diálogos ferinos, é um filme perfeito.

Era uma vez no Oeste (1968): o único filme em que Henry Fonda fez o papel de vilão, e com uma crueldade de dar medo. Charles Bronson e Jason Robards dão um show à parte.

Meu Ódio Será Tua Herança (1969): o mestre da violência, Sam Peckinpah inovou a maneira de se mostrar o tiroteio colocando as cenas em câmera lenta e adicionando o sangue espirrando para todos os lados. O filme mostra um bando de assaltantes de banco que refugia-se no México. O massacre final é um verdadeiro banho de sangue.

Butch Cassidy & Sundance Kid (1969): baseado em dois bandidos que realmente existiram, consagrou a dupla Paul Newman e Robert Redford, além da música Raindrops Keep Falling on My Head.

Banzé no Oeste (1974): a sátira do genial Mel Brooks aos filmes de faroeste é considerada um dos grandes exemplos do gênero, já que mexe com a maioria dos clichês deste tipo de filme. Homem negro é condenado à morte por atacar um branco e consegue comutação da pena se assumir o papel de xerife em uma cidade. O que ele não sabe é que as pessoas lá são racistas. Apaches falando alemão, cenas imitando desenhos do Pernalonga e anarquia total dão o tom.

Silverado (1985): uma brincadeira de Lawrence Kasdan com o gênero western reunindo todos os grandes clichês em uma aventura formidável. Duelos, cowboys misteriosos, xerifes corruptos, cavalgadas desesperadas, está tudo lá. No elenco, Kevin Kline, Kevin Costner, Danny Glover e Scott Glenn.

Os Imperdoáveis (1992): a despedida de Clint Eastwood do gênero em um filme lento e tocante mostrando a história de um pistoleiro aposentado que precisa voltar às armas para defender um bando de prostitutas.
 
 

sábado, 10 de março de 2012

Infeliz do povo que precisa de Heróis

 

¨Infeliz do povo que precisa de herois¨ Bertolt Brecht


Essa citação é dita e certa!!!!!! Nós assumimos um papel passivo de colocar a culpa ou a vitória em cima dos outros. Os heroís na verdade está em cada um de nós, que temos a consciência de dia-após-dia , contribuir e melhorar o nosso país, ampliando nosso estudo e nosso trabalho e lutando por uma socidade mais justa para com o povo desta nação. Pois somente com a consciência da união do povo em um objetivo comum ( nacionalismo) seremos os verdadeiros herois, não esses criados para nos submeter a dinastia da ignorância, e sim, os verdadeiros herois,com bravura, destemidez e dignidade de um verdadeiro heroí que luta por sua nação.

Dia Ruim

Tenho esquecido de tomar meu remédio para a pressão.  Minhas pernas estão inchadas como um balão, estou sedentário ao extremo.

Em vista disso fui no Shopping hoje demanhã e comprei uma esteira para me ajudar a começar um progama de caminhadas,  que espero termine com uma hora ou mais de exercícios por dia. Creio se esse o problema das pernas inchadas, pelo menos, o  resto vou continuar correndo atrás.

Hoje após voltar do Shopping, almoçei e dormi um sono.Quando acordei uma incrível dor de cabeça me atormenta. Já tomei remédios, para cefaléia, inclusive o da pressão.

Odeio dor de cabeça,  pés apertados, vou ficar aqui paradinho esperando a dor passar.

Troca-troca de ministros

Brasília - Em plena crise com os partidos da base aliada, a presidenta Dilma Rousseff anunciou ontem à noite a troca de mais um ministro. O titular do Desenvolvimento Agrário (MDA), Afonso Florence (PT-BA), será substituído pelo também petista Hulk, O Verde, dos Estados Unidos. A versão oficial é a de que Hulk vai “cuidar de projetos políticos pessoais”.

Dilma_Rousseff_and_Mahmoud_Abbas_2011

sexta-feira, 9 de março de 2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

quarta-feira, 7 de março de 2012

Para quebrar o gelo.

Jesus, muito preocupado, chama os seus discípulos para uma reunião de emergência, devido ao alto consumo de drogas na Terra. Depois de muito pensar, chegam à conclusão de que o melhor é provar a droga eles mesmos, para depois tomar as medidas adequadas.
Decide-se que uma comissão de discípulos desça ao mundo e recolha
diferentes drogas.
Efetua-se a operação secreta e, dois dias depois,começam a... regressar os comissários.
Jesus aguarda na porta do céu, quando chega o primeiro
discípulo:
- Quem é?
- Sou Paulo Jesus abre a porta
- E o que trazes, Paulo?
- Trago haxixe de Marrocos
- Muito bem, filho. Entra
- Quem é?
- Sou Marcos
- E o que trazes, Marcos?
- Trago marijuana da Colômbia
- Muito bem, filho. Entra
- Quem é?
- Sou Mateus
- E o que trazes, Mateus?
- Trago cocaína da Bolívia
- Muito bem, filho. Entra
- Quem é?
- Sou João. Jesus abre a porta e pergunta de novo:
- E tu, o que trazes, João?
- Trago crack de Nova Iorque
- Muito bem, filho. Entra
- Quem é?
- Sou Lucas
- E o que trazes, Lucas?
- Trago speeds de Amsterdã
- Muito bem, filho. Entra
- Quem é?
- Sou Judas
Jesus abre a porta
- E tu, o que trazes, Judas?
- Trago a polícia....
- TODO MUNDO NA PAREDE, MÃO NA CABEÇA

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DIA INTERNACIONAL DA MULHER


O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX,... nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920.
Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária.
Nos países ocidentais, a data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.
Em 1975, foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres

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Não foi fácil para mim e os soldados americanos andarmos pelas selvas vietnamitas. Além de enfrentar os guerrilheiros, ainda poderiamos cair em alguma armadilha (booby trap) preparada pelos vietcongues. Quando não nos matavam, provocavam sérios danos, além do medo constante de cair em uma delas, atrasando bastante a nossa locomoção.

Paulo Veitnan